Sem título mas com destino
...não, eu não sei. Não sei como começar esse texto porque não sei se tem começo. Eu acho que tô no meio dele já. E pode muito bem ser o fim. Esse negócio de começo, meio e fim não faz muito sentido agora. Ou ontem. Ou amanhã. É assim, é confuso mesmo. Quando a gente acha que tá entendendo, os referenciais mudam. L'idiome change. Je ne sais plus si je pense en anglais or if I'm speaking Portuguese. Não sei qual é a língua-mãe. Quando a gente tá junto, não sei de quem é a língua, não sei quem tá falando, se sou eu ou você. Eu sei que te amo. Eu sei que quero te dizer tudo. Eu sei que não quero dizer nada. É, é assim.
Eu nunca estive tão sem chão e nunca me senti tão alicerçado. Eu não durmo mais em casa. Ou melhor, durmo sim – toda noite durmo ao seu lado, acordo com você me abraçando, acordo te beijando. Isso pra mim é o que melhor define casa pra mim, e não o lugar onde estão as roupas que eu chamo de minhas e a cama que supostamente me pertence. Eu acho que devo te dizer que te amo neste texto. E também acho que não preciso, porque eu digo isso com cada célula do meu corpo, com cada lufada de ar que sai de meus pulmões, com cada olhar que eu direciono pra você e também pra longe de você, quando estou te procurando, no estilo "esconde-esconde-achou!". Meu amor por você está expresso nas minhas atitudes.
Você me faz chorar quando se afasta de mim e quando fica do meu lado, provando que você está disposta, que você paga pra ver. Você nem precisa pagar pra ver, eu estou nu. Pra você eu estou nu, sempre estive nu, não há subterfúgios que possam te ludibriar. Eu não preciso esconder nada de você porque eu sei que você dá conta. Você dá conta do tanto que eu amo, do tanto que eu te amo.
A gente segue junto construindo. Eu já li algumas coisas sobre arquitetura, e estou disposto a ler mais, a te ler mais, a aprender tudo. Minha vontade, quando direcionada a você, não parece ter limites nem medida. Que bom. Eu quero, sempre que tentar medir, ver que nosso amor não tem fim, não tem limites nem medida.
Eu nunca estive tão sem chão e nunca me senti tão alicerçado. Eu não durmo mais em casa. Ou melhor, durmo sim – toda noite durmo ao seu lado, acordo com você me abraçando, acordo te beijando. Isso pra mim é o que melhor define casa pra mim, e não o lugar onde estão as roupas que eu chamo de minhas e a cama que supostamente me pertence. Eu acho que devo te dizer que te amo neste texto. E também acho que não preciso, porque eu digo isso com cada célula do meu corpo, com cada lufada de ar que sai de meus pulmões, com cada olhar que eu direciono pra você e também pra longe de você, quando estou te procurando, no estilo "esconde-esconde-achou!". Meu amor por você está expresso nas minhas atitudes.
Você me faz chorar quando se afasta de mim e quando fica do meu lado, provando que você está disposta, que você paga pra ver. Você nem precisa pagar pra ver, eu estou nu. Pra você eu estou nu, sempre estive nu, não há subterfúgios que possam te ludibriar. Eu não preciso esconder nada de você porque eu sei que você dá conta. Você dá conta do tanto que eu amo, do tanto que eu te amo.
A gente segue junto construindo. Eu já li algumas coisas sobre arquitetura, e estou disposto a ler mais, a te ler mais, a aprender tudo. Minha vontade, quando direcionada a você, não parece ter limites nem medida. Que bom. Eu quero, sempre que tentar medir, ver que nosso amor não tem fim, não tem limites nem medida.
Mäuschen
ReplyDeletelindo, lindo, lindo.
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