Analisando minha auto-análise
A melhor coisa que fiz com relação à minha auto-análise foi nivelar a persona do meu observador interno com a persona que apresento aos outros, nos meios sociais e nos relacionamentos. Assim, sou tolerante com os defeitos próprios o mesmo tanto que sou com os defeitos alheios, bem como aprecio (antes de mais nada, reconheço) os dons próprios à mesma extensão que aprecio os dons dos outros.
A única cobrança que faço de mim mesmo que não faço dos outros é em relação à paciência. Sempre exerci minha paciência com todos e sempre espero ter mais paciência, apesar de não cobrar uma paciência muito grande de outras pessoas -- pelo contrário, tendo a agir como se ninguém tivesse paciência alguma, como se eu roubasse (e acumulasse) a paciência de todos.
De modo geral, sei que tenho minhas falhas e parei de me massacrar por isso. Sei que são elas que me afastam das e magoam as pessoas com quem convivo, mas reconheço minha própria natureza e sua intrínseca imutabilidade. Também aprendi a exercer minha paciência comigo mesmo.
A única cobrança que faço de mim mesmo que não faço dos outros é em relação à paciência. Sempre exerci minha paciência com todos e sempre espero ter mais paciência, apesar de não cobrar uma paciência muito grande de outras pessoas -- pelo contrário, tendo a agir como se ninguém tivesse paciência alguma, como se eu roubasse (e acumulasse) a paciência de todos.
De modo geral, sei que tenho minhas falhas e parei de me massacrar por isso. Sei que são elas que me afastam das e magoam as pessoas com quem convivo, mas reconheço minha própria natureza e sua intrínseca imutabilidade. Também aprendi a exercer minha paciência comigo mesmo.
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