Inquietude
Quantas vezes eu já não estive aqui? No entanto eu sempre me esqueço de como se faz pra sair. Acho que talvez eu nunca saí, só o labirinto que mudou de paisagem e eu achei que estivesse fora dele.
A possibilidade de estar num lugar só por todos esses anos me deixa... aturdido. Isso explica minha eterna urgência em me mover, e rápido. Pra qualquer lugar. Sempre na maior velocidade possível. Eu quero sair. Era isso. Eu quero sair. Talvez se eu fosse rápido o suficiente, não houvesse como as coisas me alcançarem. As pessoas, os carros, os fatos. Eu só quero sair de um lugar que não tem portas, não tem janelas. E não os tem porque não há paredes ou teto. Nem chão.
Então, como se mover? Não há contra o que gerar atrito para garantir movimento. Não há contra o que eu bater para gerar uma reação. Estou fadado à inércia. Também não há ar para fazer propagar meus gritos. O silêncio reina neste lugar, e eu chego a pensar que estou surdo. Não tem luz, e eu estou cego.
Esse lugar é real, pelo menos. A realidade que é falsa, pois se baseia em medições, comparações e opiniões. Todas feitas por aparelhos imprecisos e interpretadas por cientistas burros demais para perceber qualquer coisa. E por serem burros, emitem julgamentos e pareceres, que são logo seguidos pelas outras pessoas. Estas, por se considerarem mais burras que eles, pensam que eles estão mais certos. Nem eles estão nem elas o são. Mas o pior é que as coisas, como estão, funcionam para o mundo. E o que não funciona é descartado. Deixado de lado para sucumbir ao isolamento, considerado como algo fora da realidade.
Mas mesmo o isolamento não é perfeito. Porque há os que teimam em tentar reagir com o que foi descartado. E não gostam da reação. Não gostam da reação. E tentam destruir, como crianças furiosas com um brinquedo que não funciona. E sdkfjn djjeuddls spssleeivgvak dlslahheoduuuuuuu
...
Perdi a linguagem. E o texto. A idéia estava aqui, mas se assustou com um barulho que fiz ao tentar capturá-la e fugiu. Isto não sou mais eu escrevendo, apenas uma mensagem de erro padrão. Tenham um bom dia.
A possibilidade de estar num lugar só por todos esses anos me deixa... aturdido. Isso explica minha eterna urgência em me mover, e rápido. Pra qualquer lugar. Sempre na maior velocidade possível. Eu quero sair. Era isso. Eu quero sair. Talvez se eu fosse rápido o suficiente, não houvesse como as coisas me alcançarem. As pessoas, os carros, os fatos. Eu só quero sair de um lugar que não tem portas, não tem janelas. E não os tem porque não há paredes ou teto. Nem chão.
Então, como se mover? Não há contra o que gerar atrito para garantir movimento. Não há contra o que eu bater para gerar uma reação. Estou fadado à inércia. Também não há ar para fazer propagar meus gritos. O silêncio reina neste lugar, e eu chego a pensar que estou surdo. Não tem luz, e eu estou cego.
Esse lugar é real, pelo menos. A realidade que é falsa, pois se baseia em medições, comparações e opiniões. Todas feitas por aparelhos imprecisos e interpretadas por cientistas burros demais para perceber qualquer coisa. E por serem burros, emitem julgamentos e pareceres, que são logo seguidos pelas outras pessoas. Estas, por se considerarem mais burras que eles, pensam que eles estão mais certos. Nem eles estão nem elas o são. Mas o pior é que as coisas, como estão, funcionam para o mundo. E o que não funciona é descartado. Deixado de lado para sucumbir ao isolamento, considerado como algo fora da realidade.
Mas mesmo o isolamento não é perfeito. Porque há os que teimam em tentar reagir com o que foi descartado. E não gostam da reação. Não gostam da reação. E tentam destruir, como crianças furiosas com um brinquedo que não funciona. E sdkfjn djjeuddls spssleeivgvak dlslahheoduuuuuuu
...
Perdi a linguagem. E o texto. A idéia estava aqui, mas se assustou com um barulho que fiz ao tentar capturá-la e fugiu. Isto não sou mais eu escrevendo, apenas uma mensagem de erro padrão. Tenham um bom dia.
Comments
Post a Comment