Estudo sobre as relações humanas
Tópico especial: a atração
Os estudos continuam, mas vou publicar algumas ponderações e proposições que me surgiram sobre o assunto. Todos os testes foram feitos em campo, visto que a única pessoa que aceitaria realizá-los em laboratório apresentou níveis elevados de cafeína no sangue e diversas anomalias emocionais como apatia e tristeza, o que provavelmente afetaria os resultados. Todos os observados o foram sem saber disso e suas identidades serão mantidas em segredo, pois esta informação não faz diferença para o estudo.
Aparentemente, a forma mais segura de se assegurar a atração de uma pessoa por outra é privar a pessoa alvo (a que se quer que sinta atração) de toda e qualquer reação esboçada pelo outro. Este outro não poderá demonstrar qualquer afetação pelas atitudes e atos do outro.
Pra facilitar, vamos colocar em termos de sujeito A e sujeito B. O sujeito A não dá a mínima para o que o sujeito B pensa de suas atitudes. O sujeito A vive sua vida sem se preocupar o que B vai pensar dele. Descontados os fatores repulsivos (opção sexual incompatível é um bom exemplo), sujeito B se sentirá atraído por A com o tempo.
Devo ressaltar que as reações do sujeito B são muito sutis no início da relação entre A e B, mas à medida que a atração se torna mais forte, estas também se intensificam proporcionalmente.
Se pressupormos que esta teoria é verdadeira, podemos inferir que pessoas com baixa percepção da realidade são atrantes, pois não prestam atenção nas atitudes dos outros a sua volta. Mesmo porque, com baixa percepção, elas não vêem os próprios defeitos (tal habilidade se qualifica como autocrítica) e se consideram fisicamente atraentes e intelectualmente estimulantes.
E existe o caso de uma comunidade perceber e tomar isso como uma verdade para si, fazendo uma pessoa se tornar atrante não só para um mas para várias pessoas. A atração é inversamente proporcional à percepção da pessoa, pois se torna cada vez mais difícil ignorar (inconscientemente) a reação de várias pessoas a sua volta.
Pessoas com sensibilidade exacerbada (logo, com alta percepção dos estímulos externos) se tornam quase nulamente atrantes, mesmo não havendo – fisicamente – nada de errado com elas. Uma implicação desta teoria seria que pessoas esquizofrênicas não exercem qualquer forma de atração e portanto não se reproduzem (seleção natural), mas não se podem ignorar as outras características da esquizofrenia que potencialmente afetariam a relação. Portanto me abstenho de emitir qualquer afirmação, mesmo hipotética, sobre este assunto.
Isole-se não-fisicamente do mundo e ele virá atrás de você. Não veja, não ouça, não sinta.
Todo este estudo foi feito por um ser cientista
Os estudos continuam, mas vou publicar algumas ponderações e proposições que me surgiram sobre o assunto. Todos os testes foram feitos em campo, visto que a única pessoa que aceitaria realizá-los em laboratório apresentou níveis elevados de cafeína no sangue e diversas anomalias emocionais como apatia e tristeza, o que provavelmente afetaria os resultados. Todos os observados o foram sem saber disso e suas identidades serão mantidas em segredo, pois esta informação não faz diferença para o estudo.
Aparentemente, a forma mais segura de se assegurar a atração de uma pessoa por outra é privar a pessoa alvo (a que se quer que sinta atração) de toda e qualquer reação esboçada pelo outro. Este outro não poderá demonstrar qualquer afetação pelas atitudes e atos do outro.
Pra facilitar, vamos colocar em termos de sujeito A e sujeito B. O sujeito A não dá a mínima para o que o sujeito B pensa de suas atitudes. O sujeito A vive sua vida sem se preocupar o que B vai pensar dele. Descontados os fatores repulsivos (opção sexual incompatível é um bom exemplo), sujeito B se sentirá atraído por A com o tempo.
Devo ressaltar que as reações do sujeito B são muito sutis no início da relação entre A e B, mas à medida que a atração se torna mais forte, estas também se intensificam proporcionalmente.
Se pressupormos que esta teoria é verdadeira, podemos inferir que pessoas com baixa percepção da realidade são atrantes, pois não prestam atenção nas atitudes dos outros a sua volta. Mesmo porque, com baixa percepção, elas não vêem os próprios defeitos (tal habilidade se qualifica como autocrítica) e se consideram fisicamente atraentes e intelectualmente estimulantes.
E existe o caso de uma comunidade perceber e tomar isso como uma verdade para si, fazendo uma pessoa se tornar atrante não só para um mas para várias pessoas. A atração é inversamente proporcional à percepção da pessoa, pois se torna cada vez mais difícil ignorar (inconscientemente) a reação de várias pessoas a sua volta.
Pessoas com sensibilidade exacerbada (logo, com alta percepção dos estímulos externos) se tornam quase nulamente atrantes, mesmo não havendo – fisicamente – nada de errado com elas. Uma implicação desta teoria seria que pessoas esquizofrênicas não exercem qualquer forma de atração e portanto não se reproduzem (seleção natural), mas não se podem ignorar as outras características da esquizofrenia que potencialmente afetariam a relação. Portanto me abstenho de emitir qualquer afirmação, mesmo hipotética, sobre este assunto.
Isole-se não-fisicamente do mundo e ele virá atrás de você. Não veja, não ouça, não sinta.
Todo este estudo foi feito por um ser cientista
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